sexta-feira, 7 de novembro de 2008




Nessa tarde tranquila, serena, recordo dos melhores momentos da minha vida. Me lembro de correr pela rua descalça, descabelada, esvoaçada, como quem não se preocupa com nada.
Eu olho para os coqueiros lá no alto, as folhas balançando, dançando com o vento. O sol. Ah! O sol! Longínquo, mas tão intenso, tão belo.
Tudo parece calmo, como se nada de ruim pudesse acontecer. Não consigo pensar em nada que não seja aprazível.
Minhas preocupações se perdem em meio a grandeza da paz que me envolve nessa paisagem de memórias e reflexão.
Nessa mistura de lembranças, sonhos e realidade, consigo entender o motivo que me fez está assim, foi o simples fato de você existir.
E agora que você existe, tenho que me desprender das coisas boas que passaram para viver coisas novas com você, meu amor.
E já estou tão feliz, tão bem, que parece que retornei àquele jardim de sonhos que todos nós temos, um mundo só nosso e tão bonito.

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